PRF – Plasma Rico em Fibrina

O tratamento é bem rápido, e simples. É tirado uma amostra de sangue do próprio paciente. Logo após esta primeira etapa, o líquido é centrifugado num aparelho específico, que separa o plasma rico em fibrina. Esta manipulação do plasma deve ser bem cuidadosa. Parece complicado, né? Muito pelo contrário, o procedimento é bem rápido, e o paciente liberado 20 minutos após o término, ganhando em seguida uma pele com textura mais jovem e viçosa. Ele pode ser aplicado no rosto e pescoço, mais especificamente em sulcos nasogenianos, maçãs do rosto, entre outros.

A diferença em relação a outras técnicas de preenchimento é que no caso do PRF o plasma será reabsorvido bem rápido, só que terá estimulado a formação de colágeno. É considerado o procedimento do futuro, pois ao regenerar a pele ele consegue manter os volumes do rosto, além de ser totalmente seguro, não oferecendo risco de rejeição. O PRF é também utilizado em outros tipos de cirurgia, de enxertos gengivais e implantes.

A fibrina permite uma série de interações celulares e fornece uma matriz provisória na qual as células podem proliferar, organizar e desempenhar suas funções, principalmente em locais que sofreram lesão ou inflamação.

O Plasma Rico em Fibrina é utilizado na odontologia regenerativa como um concentrado de fatores de crescimento autólogo capaz de estimular a regeneração tecidual.

Esses fatores de crescimento são responsáveis pelo aumento da produção de colágeno, mitose celular, crescimento dos vasos sanguíneos, recrutamento de outras células que migram para o local da lesão, auxiliando a produção de um novo tecido para o paciente.

Por ser tratar de uma modalidade autóloga, quando o material é retirado do próprio paciente, diminui-se ou elimina também o risco de rejeição ou infecções.





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